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BRINCANDO COM AS PALAVRAS (1)

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ETERNAMENTE
          É TER NA MENTE
                    ÉTER NA MENTE
                             E,TERNAMENTE,
                                     ETERNAMENTE
(Walter Franco)

 

Leve uma vida leve.Leve em conta que sua conta bancária é só de sua conta,pois é você quem paga a conta.Depois me conta com quantos contos dá para se viver. Mil contos não valem um conto bem contado,uma conta do terço bem rezado.

Para ir para lá ,ela para no banco; senta-se em um banco no canto .Eu não banco sua conta,pois não é da minha conta,nem canto pra ela.Ela conta a grana,faz cálculos como se levasse em conta os cálculos de sua vesícula.Ela conta com isso.

Morro no morro;no vale não vale;na mata se mata.No pico eu pico o pau que mata a cobra.Lá ninguém me cobra nada.

-Não nadapica pau na poça;na toca,onde ele não toca tambor nem toca em nada;só toca no toco com o bico.É bom de bico e só vive de bico.

-Ela não faz bico; não faz fita quando fita a fita no cabelo,onde o fio é que traça os caminhos por onde nem uma  traça passa.Trapaça!Eu não fio em traça!

-Em coma não há quem coma passa.Falando nisso: como como!E não tacho ninguém pelo tamanho do tacho.

-O cara não bola bem.De cara você percebe que ele percebe uns trocados em jogo de bola.Minha cara amiga,veja se bola alguma outra atividade menos cara pra ele,uma atividade barata,pois nem barata ele mata!

-Está cara a mercadoria e sua cara nem fica vermelha,minha cara!Não gema,amiga Clara,que eu não comovo!Aliás nem como ovo

-De meia em meia hora ele tira a meia que comprou de meia com o irmão,meia do seu time.

Cerca de vinte homens cercam a cerca do parque.Acerca do assalto ninguém sabe.

-De luto não luto. Tinha partido pra longe com meu coração partido. Pertencia a um partido de homens cultos, em que um quarto deles cabia num quarto.

Peça para ir à peça que é uma peça.O elenco destrói toda peça do cenário.

-De venda nos olhos,na venda,o vendedor não desvenda as peças.Ele testa com a testa e nada…O cliente veda o teste e ,pelo voto, veta a experiência.

Vimos para ver o doente e não vimos.

-Sempre trago cigarros no bolso e,quando fumo,não trago.

PERGUNTAS INTRIGANTES:

-O cura sempre cura o doente?

-O caixa consegue fechar a caixa?

-Quem toca viola não viola a lei?

-Quem vai ao culto é culto?

-O boa pinta pinta a própria pinta, quando pinta o sete?

-O pinto consegue bicar o pinto?

Pelo pelo  se conhece o animal?

– Quando a foca foca o fato que passa,o fato vira  notícia para o foca?

                                                                                                                   (Post para relaxar nas férias)

 

 

 

 

 

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Milton Pereira

Há mais de 30 anos como executivo de grandes empresas, hoje atua como Consultor em Liderança, Comunicação e Educação Corporativa.

4 comentários

  1. Excelente, como sempre, Miltão! Isso leva-me a crer que a leva de gringos, que não leva desaforo pra casa, mas apanha para aprender Português, melhor resultado teria na apanha do milho do Português… Vixe: péssimo! 🤣🤣🤣.
    Esse departamento é seu! 👏👍

    Grande abraço!

    • Boa, Ricardo! Excelente contribuição!Penso que nossa Língua apresenta grandes dificuldades para um gringo. Todas as línguas têm uma riqueza semântica que dificulta o seu domínio e aprendizado.Mas a nossa é do “Peru” (opps ????)

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